Dissecava a figura de Lampião.
Na época não havia lei no nordeste. Lampião viu o assassinado do pai e resolveu criar o cangaço para vingar a morte.Vivia no mato, nômade, para não ser preso. Quando a tropa de Lampião entrava numa cidade, as casas eram fechadas. Comerciantes eram punidos. Cangaceiros levavam sacos de farinha, arroz e feijão. Não era roubo. Os gêneros sustentavam os cangaceiros e eram divididos entre as pessoas que ajudavam o grupo.
Diz o livro do professor Aldenor Benevides, que terminada a conferência, a platéia da UnB, em peso, levantou-se e gritou: ”Viva Lampião!”.
O livro traz muitas outras histórias contadas pelo autor. Cita vários acontecimentos, e recomendamos a leitura.
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