Rede Sarah, exemplo de medicina

Campos da Paz e Lúcia Willadino Braga
Para se pensar em comunicações, a empresa deve manter seus meios de defesa. Nos hospitais da rede Sarah, todos os computadores funcionam dia e noite. Em Brasília nada se perde por falta de computadores.
Doutora Lúcia Willadino Braga, presidente, e Professor Campos da Paz, cirurgião chefe, convivem com a realidade na saúde de todo o mundo. Alguns clientes chegam do estrangeiro e estados brasileiros.
É um entrar e sair todos os dias. Não há privilégios. Os doentes são atendidos pela hora de chegada, e profissionais não chegam atrasados.
Detalhe da rede Sarah. O cuidado é humano e conscientes, cada qual dono dos seus direitos e responsabilidades.
Funcionários fazem concursos. A partir deste momento são pagos como profissionais. São admitidos e o treinamento começa. Só chegam aos clientes depois de esforço em muitas aulas. Treinamento de disciplina, e de como atender ao público.
Pesquisa realizada entre doentes e familiares e com cidadãos mostra que o assunto mais importante não é a limpeza da entrada, onde se pisa sobre toalhas esterilizadas.
Na opinião total o que é mais importante é o tratamento humano não só dos médicos e enfermeiras. Todos os funcionários seja qual for o trabalho oferecem o mesmo senso profissional aos clientes, independentemente da situação da doença ou social do necessitado.
Enfim os Hospitais Sarah recebem clientes como amigos e merecedores de tratamento humano.
Alguns permanecem a vida inteira pelo amor aos hospitais e zelo pela profissão. Conforme o desejo recebem treinamento tanto no país como no exterior.
Há profissionais que preferem abrir suas clínicas, e contratam profissionais de atendimento. Vivem o sucesso que outros não tiveram a mesma oportunidade.
Vê-se, portanto, que os hospitais Sarah, a cada dia oferecem oportunidades, inclusive levando às cidades e países os ensinamentos que a Instituição abre as portas para o mundo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário